Arquitetura e tecnologia: um casamento perfeito para o bem do setor

Arquitetura e tecnologia estão caminhando lado a lado para proporcionar melhores processos construtivos sem perder de vista a criatividade. Enquanto a arquitetura vem se aproveitando das facilidades possibilitadas pelos avanços tecnológicos, ainda pode olhar o passado para inspirar o design. Essa é uma tendência cada vez mais presente nas Cidades Inteligentes que fazem uso de tecnologias e arquitetura de data center dentro do conceito de Construção 4.0. Neste cenário, quando se fala de tecnologia na arquitetura e urbanismo, o Building Information Modeling aparece como um grande protagonista na digitalização da indústria construtiva, que até esse momento tinha sido a menos amigável aos avanços tecnológicos entre todos os grandes setores. No entanto, essa cena está mudando com a chegada do BIM na indústria construtiva do mundo inteiro. Leia mais neste post. Como o BIM une arquitetura e tecnologia? A arquitetura vem se utilizando cada vez mais da tecnologia, fazendo uso do design computacional, trabalhando com aplicativos e algoritmos, experimentando uma adaptabilidade maior nos processos proporcionados por novos softwares e fazendo uso de impressão 3D, realidade aumentada e robótica. Essa inovação que tem sido vista no setor AECO também é fruto da adoção cada vez maior do BIM pelos arquitetos do mundo inteiro. Mas o que é BIM? Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção é uma metodologia de trabalho colaborativa que apresenta um processo inteligente baseado em um modelo 3D, carregado com um banco de dados com informações sobre todos os seus elementos constituintes. A metodologia é uma das protagonistas da Construção 4.0, que é um termo que define um novo momento marcado pela Inteligência Artificial, Internet das Coisas e análise Big Data no setor. A plataforma BIM, amparada em 3 pilares (pessoas, processos e tecnologia), fornece aos profissionais da arquitetura, engenharia e construção, design aprimorado, informações precisas e ferramentas para planejar, projetar, construir e gerenciar com mais eficiência a edificação desde os mais simples aos mais complexos prédios residenciais, comerciais, instalações e obras de infraestrutura. Com o BIM, profissionais do setor ganham visualização em 3D do que está sendo projetado, identificação de interferências, extração automatizada de quantitativos, geração de documentos consistentes e confiáveis, análises de desempenho em várias vertentes da edificação, rastreamento e controle de componentes, etc. Gêmeos digitais e precisão Com as ferramentas de arquitetura e tecnologia da informação do BIM, é possível estabelecer muito mais inovação para o setor. A armazenagem de dados em nuvem oferece que os arquitetos e todos os profissionais envolvidos em um projeto construtivo façam suas alterações diretamente no modelo único de qualquer lugar, dando acesso a todos os stakeholders, melhorando a comunicação e a colaboração. O BIM também permite a criação de gêmeos digitais, que são modelos semelhantes às construções físicas e possibilitam a realização de simulações, verdadeiros ensaios virtuais que podem antecipar todas as etapas e resultados do setor construtivo, da concepção à conclusão da obra. A metodologia, amparada por diversos softwares, desenvolvidos para cada etapa do projeto construtivo, permite uma precisão sem precedentes no setor, que pode ser combinada com as soluções de captura da realidade, garantindo um controle muito maior e previsibilidade até nos processos de pré-fabricação e montagem. Com o BIM, além de permitir uso em projetos de alta complexidade, os profissionais ganham transparência, conseguem aprimorar detalhes e fazer economia de tempo e recursos. Arquitetura e tecnologias de sistemas de informação Os avanços de machine learning, Inteligência Artificial, sensores e tecnologia digital estão envolvendo fortemente a indústria da construção no momento atual. Na arquitetura e suas tecnologias em BIM também é possível fazer um uso complementar de outras inovações tecnológicas, como os laser scanners, que permitem a captura da realidade em nuvem de pontos. Esse avanço tecnológico tem permitido que os arquitetos tenham cada vez mais dados e análises para proporcionar um design eficiente e funcional, otimizando o desempenho das edificações. Essas informações geradas pelos laser scanners podem ser lidas e trabalhadas pelos softwares BIM, para permitir modificações ou ampliações pertinentes ao projeto. Essa tecnologia também serve para o uso das simulações do BIM. O BIM também poderá oferecer fluxo de realidade virtual mais integrados porque permite uso da realidade aumentada nos processos construtivos e realidade aumentada. Com esse recurso, profissionais e clientes podem percorrer as obras ainda na fase virtual. Com os aplicativos dessa inovação, os usuários podem sobrepor planos de construção e materiais de um modelo 3D BIM. Robótica é nova possibilidade da arquitetura e tecnologia Segundo um estudo da Midwest Economic Policy Institute, uma organização que utiliza técnicas de pesquisa para avaliar as condições de trabalho, condições fiscais e mudanças nas políticas, até 2,7 milhões de posições da construção poderão ser substituídas por máquinas até 2057 nos Estados Unidos. Segundo o relatório, 49% de todos os trabalhos da construção poderão ser automatizados. Mas essa tendência já pode ser constatada em muitos países ao redor do mundo, onde, além do uso de drones que é integrado com os recursos do BIM, a robótica também já vem sendo utilizada em diversos processos construtivos, para gerenciar tarefas perigosas ou fáceis. Entre os exemplos, podem ser citados China, Estados Unidos e Reino Unido, que se utilizam de recursos nos quais robôs e humanos trabalham juntos. Nos EUA, um dos exemplos, é a construção de um espaço urbano, que se caracteriza como uma espécie de cidade inteligente, construída dentro de Las Vegas. Neste projeto, os drones ajudam os trabalhadores atuando em partes perigosas ou difíceis de alcançar. Já em 2018, a empresa chinesa Archi-Union Architects utilizou métodos de projeto e construção assistidos por robôs para um centro de conferências em Xangai, o Venue B. Com os recursos da robótica, a empresa concluiu a grandiosa obra em 100 dias. Porém, a empresa já tinha utilizado essa inovação na construção de uma complexa galeria Chi She, também em Xangai. Mas há diversos outros casos de construção rápida baseada na tecnologia e uso de robótica na China, como o pavilhão de madeira In Bamboo, em Daoming, na província de Sichuan. Segundo um relatório, o uso de robôs na construção chinesa vai apresentar uma taxa de crescimento anual de 16,8% entre 2018 e 2023. Já no Reino Unido, a multinacional de infraestrutura Balfour Beatty é outro dos inúmeros exemplos de empresas que estão utilizando a robótica na construção. A organização publicou um documento sobre inovação, onde já definiu o trabalho de robôs para a construção de estruturas complexas. Considerações A indústria da construção 4.0 está atingindo mais e mais países, que não podem mais abrir mão de arquitetura e tecnologia trabalhando de forma integrada. No Brasil, com um uso cada vez maior do BIM, essas inovações tendem a chegar rapidamente ao setor construtivo. Não se trata apenas de usar modernidades por um modismo, mas sim porque essas inovações trazem melhores resultados para o setor, inclusive, podem garantir mais produtividade e rentabilidade que, afinal, não fazem mal a ninguém.

Arquitetura e tecnologia estão caminhando lado a lado para proporcionar melhores processos construtivos sem perder de vista a criatividade. 

Enquanto a arquitetura vem se  aproveitando das facilidades possibilitadas pelos avanços tecnológicos,  ainda pode  olhar o passado para inspirar o design.  Essa é uma tendência cada vez  mais presente nas Cidades Inteligentes que fazem  uso de tecnologias e arquitetura de data center dentro do conceito de Construção  4.0.

Neste cenário,  quando se fala de tecnologia na arquitetura e urbanismo, o Building  Information Modeling aparece como um grande protagonista na digitalização da indústria construtiva, que até esse momento tinha sido a menos  amigável  aos avanços tecnológicos entre todos os grandes setores.

No  entanto, essa cena está mudando com a  chegada do BIM na indústria construtiva do mundo inteiro. Leia mais neste post.

Como o BIM une arquitetura e tecnologia? 

A arquitetura vem se utilizando cada vez mais da tecnologia, fazendo uso do design computacional, trabalhando com aplicativos e algoritmos, experimentando  uma adaptabilidade maior nos processos proporcionados por novos softwares e fazendo uso de impressão 3D, realidade aumentada e robótica.

Essa inovação  que tem sido vista no setor AECO também é fruto da adoção  cada vez maior do BIM pelos arquitetos do mundo inteiro.

Mas o que é BIM?

Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção é uma metodologia de trabalho colaborativa que apresenta  um processo inteligente baseado em um modelo 3D, carregado com um banco de dados com informações sobre todos os seus elementos constituintes. A  metodologia é uma das protagonistas da Construção 4.0, que é um termo que define um novo momento marcado pela Inteligência Artificial, Internet das Coisas e análise Big Data no setor.

A  plataforma BIM, amparada em 3 pilares (pessoas, processos e tecnologia), fornece aos profissionais da arquitetura, engenharia e construção, design aprimorado,  informações precisas e ferramentas para planejar, projetar, construir e gerenciar com mais eficiência a edificação desde os mais simples aos mais complexos prédios residenciais, comerciais, instalações e obras de infraestrutura.

Com o BIM, profissionais do setor ganham visualização em 3D do que está sendo projetado, identificação de interferências, extração automatizada de quantitativos, geração de documentos consistentes e confiáveis,  análises  de desempenho  em  várias vertentes da edificação,  rastreamento e controle de componentes, etc.

Gêmeos digitais e precisão

Com  as ferramentas de arquitetura e tecnologia da informação do BIM, é possível estabelecer muito mais inovação para o setor.

A armazenagem de dados em nuvem oferece que os arquitetos e todos os profissionais envolvidos em um projeto construtivo façam suas alterações diretamente no modelo único de qualquer lugar, dando acesso a todos os stakeholders, melhorando a comunicação e a colaboração.

O BIM também permite a criação de gêmeos digitais, que são modelos semelhantes às construções físicas e possibilitam a realização de  simulações, verdadeiros ensaios virtuais que podem antecipar todas as etapas e resultados do setor construtivo, da concepção à conclusão da obra.

A metodologia, amparada por diversos softwares, desenvolvidos para cada etapa do projeto construtivo, permite uma precisão sem precedentes no setor, que pode ser combinada com as soluções de captura da realidade, garantindo um controle muito maior e previsibilidade até nos processos de pré-fabricação e montagem.

Com o BIM, além de permitir uso em projetos de alta complexidade, os profissionais ganham transparência, conseguem aprimorar detalhes e fazer economia de tempo e recursos.

Arquitetura e tecnologias de sistemas de informação

Os avanços de  machine learning,  Inteligência Artificial,  sensores e tecnologia digital estão envolvendo fortemente a indústria da construção no momento atual.

Na arquitetura e suas tecnologias em BIM também é  possível fazer um uso complementar de outras inovações tecnológicas, como os laser scanners, que permitem a captura da realidade em nuvem de pontos.

Esse avanço tecnológico tem permitido que os  arquitetos tenham cada vez mais dados  e análises para proporcionar  um design eficiente e funcional,  otimizando o desempenho das edificações.  

Essas informações geradas pelos laser scanners podem ser lidas e trabalhadas pelos softwares BIM, para permitir modificações ou ampliações pertinentes ao projeto. Essa tecnologia também serve para o uso das simulações do BIM. 

O BIM também poderá oferecer fluxo de realidade virtual mais integrados porque  permite  uso da realidade  aumentada nos processos construtivos e realidade aumentada. Com esse recurso,  profissionais e clientes podem percorrer as obras ainda na fase virtual. 

Com os aplicativos dessa inovação, os usuários podem sobrepor planos de construção e materiais de um modelo 3D BIM.

Robótica é nova possibilidade da arquitetura e tecnologia

Segundo um estudo da Midwest Economic Policy Institute,  uma organização que  utiliza técnicas de  pesquisa para avaliar as condições de trabalho, condições fiscais e  mudanças nas políticas, até 2,7 milhões de posições da construção poderão ser substituídas por máquinas até 2057 nos Estados Unidos. 

Segundo o relatório, 49% de todos os trabalhos da construção poderão ser automatizados.

Mas essa tendência já pode ser constatada em muitos países ao redor do mundo, onde,  além do uso de drones que é integrado com os recursos do BIM,  a robótica também  já vem sendo utilizada em diversos processos construtivos,  para  gerenciar tarefas  perigosas ou fáceis. 

Entre os exemplos,  podem ser citados China, Estados Unidos e Reino Unido, que se utilizam de recursos nos quais robôs e humanos trabalham juntos.

Nos EUA,  um dos exemplos, é a construção de um espaço urbano, que se caracteriza como uma espécie de cidade inteligente,  construída dentro de Las Vegas. Neste projeto, os drones ajudaram os trabalhadores atuando em partes perigosas ou difíceis de alcançar. 

Arquitetura e tecnologia estão caminhando lado a lado para proporcionar melhores processos construtivos sem perder de vista a criatividade. Enquanto a arquitetura vem se aproveitando das facilidades possibilitadas pelos avanços tecnológicos, ainda pode olhar o passado para inspirar o design. Essa é uma tendência cada vez mais presente nas Cidades Inteligentes que fazem uso de tecnologias e arquitetura de data center dentro do conceito de Construção 4.0. Neste cenário, quando se fala de tecnologia na arquitetura e urbanismo, o Building Information Modeling aparece como um grande protagonista na digitalização da indústria construtiva, que até esse momento tinha sido a menos amigável aos avanços tecnológicos entre todos os grandes setores. No entanto, essa cena está mudando com a chegada do BIM na indústria construtiva do mundo inteiro. Leia mais neste post. Como o BIM une arquitetura e tecnologia? A arquitetura vem se utilizando cada vez mais da tecnologia, fazendo uso do design computacional, trabalhando com aplicativos e algoritmos, experimentando uma adaptabilidade maior nos processos proporcionados por novos softwares e fazendo uso de impressão 3D, realidade aumentada e robótica. Essa inovação que tem sido vista no setor AECO também é fruto da adoção cada vez maior do BIM pelos arquitetos do mundo inteiro. Mas o que é BIM? Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção é uma metodologia de trabalho colaborativa que apresenta um processo inteligente baseado em um modelo 3D, carregado com um banco de dados com informações sobre todos os seus elementos constituintes. A metodologia é uma das protagonistas da Construção 4.0, que é um termo que define um novo momento marcado pela Inteligência Artificial, Internet das Coisas e análise Big Data no setor. A plataforma BIM, amparada em 3 pilares (pessoas, processos e tecnologia), fornece aos profissionais da arquitetura, engenharia e construção, design aprimorado, informações precisas e ferramentas para planejar, projetar, construir e gerenciar com mais eficiência a edificação desde os mais simples aos mais complexos prédios residenciais, comerciais, instalações e obras de infraestrutura. Com o BIM, profissionais do setor ganham visualização em 3D do que está sendo projetado, identificação de interferências, extração automatizada de quantitativos, geração de documentos consistentes e confiáveis, análises de desempenho em várias vertentes da edificação, rastreamento e controle de componentes, etc. Gêmeos digitais e precisão Com as ferramentas de arquitetura e tecnologia da informação do BIM, é possível estabelecer muito mais inovação para o setor. A armazenagem de dados em nuvem oferece que os arquitetos e todos os profissionais envolvidos em um projeto construtivo façam suas alterações diretamente no modelo único de qualquer lugar, dando acesso a todos os stakeholders, melhorando a comunicação e a colaboração. O BIM também permite a criação de gêmeos digitais, que são modelos semelhantes às construções físicas e possibilitam a realização de simulações, verdadeiros ensaios virtuais que podem antecipar todas as etapas e resultados do setor construtivo, da concepção à conclusão da obra. A metodologia, amparada por diversos softwares, desenvolvidos para cada etapa do projeto construtivo, permite uma precisão sem precedentes no setor, que pode ser combinada com as soluções de captura da realidade, garantindo um controle muito maior e previsibilidade até nos processos de pré-fabricação e montagem. Com o BIM, além de permitir uso em projetos de alta complexidade, os profissionais ganham transparência, conseguem aprimorar detalhes e fazer economia de tempo e recursos. Arquitetura e tecnologias de sistemas de informação Os avanços de machine learning, Inteligência Artificial, sensores e tecnologia digital estão envolvendo fortemente a indústria da construção no momento atual. Na arquitetura e suas tecnologias em BIM também é possível fazer um uso complementar de outras inovações tecnológicas, como os laser scanners, que permitem a captura da realidade em nuvem de pontos. Esse avanço tecnológico tem permitido que os arquitetos tenham cada vez mais dados e análises para proporcionar um design eficiente e funcional, otimizando o desempenho das edificações. Essas informações geradas pelos laser scanners podem ser lidas e trabalhadas pelos softwares BIM, para permitir modificações ou ampliações pertinentes ao projeto. Essa tecnologia também serve para o uso das simulações do BIM. O BIM também poderá oferecer fluxo de realidade virtual mais integrados porque permite uso da realidade aumentada nos processos construtivos e realidade aumentada. Com esse recurso, profissionais e clientes podem percorrer as obras ainda na fase virtual. Com os aplicativos dessa inovação, os usuários podem sobrepor planos de construção e materiais de um modelo 3D BIM. Robótica é nova possibilidade da arquitetura e tecnologia Segundo um estudo da Midwest Economic Policy Institute, uma organização que utiliza técnicas de pesquisa para avaliar as condições de trabalho, condições fiscais e mudanças nas políticas, até 2,7 milhões de posições da construção poderão ser substituídas por máquinas até 2057 nos Estados Unidos. Segundo o relatório, 49% de todos os trabalhos da construção poderão ser automatizados. Mas essa tendência já pode ser constatada em muitos países ao redor do mundo, onde, além do uso de drones que é integrado com os recursos do BIM, a robótica também já vem sendo utilizada em diversos processos construtivos, para gerenciar tarefas perigosas ou fáceis. Entre os exemplos, podem ser citados China, Estados Unidos e Reino Unido, que se utilizam de recursos nos quais robôs e humanos trabalham juntos. Nos EUA, um dos exemplos, é a construção de um espaço urbano, que se caracteriza como uma espécie de cidade inteligente, construída dentro de Las Vegas. Neste projeto, os drones ajudam os trabalhadores atuando em partes perigosas ou difíceis de alcançar. Já em 2018, a empresa chinesa Archi-Union Architects utilizou métodos de projeto e construção assistidos por robôs para um centro de conferências em Xangai, o Venue B. Com os recursos da robótica, a empresa concluiu a grandiosa obra em 100 dias. Porém, a empresa já tinha utilizado essa inovação na construção de uma complexa galeria Chi She, também em Xangai. Mas há diversos outros casos de construção rápida baseada na tecnologia e uso de robótica na China, como o pavilhão de madeira In Bamboo, em Daoming, na província de Sichuan. Segundo um relatório, o uso de robôs na construção chinesa vai apresentar uma taxa de crescimento anual de 16,8% entre 2018 e 2023. Já no Reino Unido, a multinacional de infraestrutura Balfour Beatty é outro dos inúmeros exemplos de empresas que estão utilizando a robótica na construção. A organização publicou um documento sobre inovação, onde já definiu o trabalho de robôs para a construção de estruturas complexas. Considerações A indústria da construção 4.0 está atingindo mais e mais países, que não podem mais abrir mão de arquitetura e tecnologia trabalhando de forma integrada. No Brasil, com um uso cada vez maior do BIM, essas inovações tendem a chegar rapidamente ao setor construtivo. Não se trata apenas de usar modernidades por um modismo, mas sim porque essas inovações trazem melhores resultados para o setor, inclusive, podem garantir mais produtividade e rentabilidade que, afinal, não fazem mal a ninguém.

Já em 2018, a empresa chinesa Archi-Union Architects utilizou métodos de projeto e construção assistidos por robôs para um centro de conferências em Xangai, o Venue B.

Com os recursos  da robótica, a  empresa concluiu a grandiosa obra em 100 dias. Porém, a empresa já tinha utilizado essa inovação na construção de uma complexa galeria Chi She, também em Xangai.

Mas há diversos outros casos de construção rápida baseada na tecnologia e uso de robótica  na China, como o pavilhão de madeira In Bamboo, em Daoming, na província de Sichuan.

Segundo um relatório, o uso de robôs na construção chinesa vai  apresentar uma taxa de crescimento anual de 16,8% entre 2018 e 2023. 

Já no Reino Unido, a multinacional de infraestrutura Balfour Beatty é outro dos inúmeros exemplos de empresas que estão utilizando a robótica na construção. A organização publicou  um documento sobre inovação, onde já definiu o trabalho de robôs para a construção de estruturas complexas.

Considerações   

A indústria da construção 4.0 está atingindo mais e mais países, que não podem mais abrir mão de arquitetura e tecnologia trabalhando de forma integrada. No Brasil, com um  uso cada vez maior do BIM, essas inovações tendem a chegar rapidamente ao setor construtivo. 

Não se trata apenas de usar modernidades por um modismo, mas sim porque essas inovações trazem melhores resultados para o setor,  inclusive, podem garantir mais produtividade e rentabilidade que, afinal, não fazem mal a ninguém.

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O BIM Mandate pode ter duas interpretações: o documento (Manual do BIM) que detalha aspectos de modelagem ou mandato BIM, que é um padrão que estabelece políticas de implementação da metodologia em certos países. Neste aspecto, o BIM Mandate Brasil é a Estratégia BIM BR, lançada pelo decreto 10.306, de abril de 2020. No decreto, o governo federal estabeleceu a utilização do Building Information Modeling na execução direta ou indireta de obras e serviços de engenharia realizada pelos órgãos e pelas entidades da administração pública federal, no âmbito da Estratégia Nacional de Disseminação do Building Information Modelling- Estratégia BIM BR, instituída pelo Decreto nº 9.983, de 22 de agosto de 2019. Neste post, vamos focar no Manual BIM, que é essencial para os projetos do setor, pois é a definição dos fornecedores ou construtoras sobre as necessidades de informação da estrutura do modelo e vai orientar todo o processo de desenvolvimento do projeto. Leia o post até o final para entender melhor o BIM Mandate, que pode também ajudar as empresas nas contratações de projetos. O que é BIM? Antes de falar de BIM Mandate (Manual BIM), vamos entender o que é BIM (Building Information Modeling). Essa é uma metodologia que envolve um processo inteligente e colaborativo, baseado em um modelo 3D único para a indústria da Arquitetura, Engenharia e Construção. Como o modelo é único, o processo é totalmente colaborativo entre as disciplinas permitindo projetar, analisar, planejar, gerenciar e operar sistemas de construção de uma forma muito mais rápida e segura do que os métodos tradicionais. Além disso, o BIM também possibilita redução de custos e de tempo de execução de obra, permitindo agregar muito mais valor aos projetos do setor construtivo. No mundo, a necessidade da metodologia vem crescendo de tal forma que, além das edificações, também tem sido utilizado o BIM na modelagem das cidades. Para que serve BIM Mandate? Vamos ao BIM Mandate ou Manual BIM: é um documento essencial porque vai orientar as equipes tanto na identificação quanto na execução de cada fase do ciclo de vida do projeto. Normalmente, é utilizado por uma construtora, empresa de projetos ou setor do órgão público com suas regras gerais de trabalho em BIM. Por meio deste documento, criado antes de iniciar o projeto, todos os padrões de construção são definidos e especificados pelos fornecedores (escritórios de arquitetura ou engenharia) ou empreiteiras. São formas únicas de realizar o procedimento para modelagem. Funciona como um manual pré-definido, sendo Open BIM para trabalhar com a interoperabilidade, que se dá por um ambiente colaborativo por meio de IFC (Industry Foundation Classes), que é um formato que permite o intercâmbio de informções. Também pode ser com BIM exclusivo (especialmente para a iniciativa privada) quando é utilizado somente determinados softwares nativos da mesma plataforma, como o Archicad ou Revit. Confusão entre BEP e BIM Mandate Há também uma certa confusão no mercado quando associam o BIM Mandate como BEP (Plano de Execução BIM). Enquanto o Manual BIM vai apresentar as regras gerais pré-definidas do trabalho com base no BIM, o BEP é criado a cada projeto, como foco em um produto específico, de contrato a contrato, para definir plano de implementação do BIM para aquele projeto, usos, processos, coleta de informações, responsabilidades e funções, softwares, cronograma, documentos, etc. BIM Mandate: exemplo do que deve constar Quando um escritório de arquitetura ou engenharia tem o seu próprio BIM Mandate pode agregar valor ao trabalho que vai oferecer aos seus clientes, porque demonstra que essas diretrizes podem promover um potencial de eficácia aos resultados do projeto. O processo de levantar informações sobre gargalos, custos e estimativas de melhorias por si só já agrega valor aos trabalhos das empresas que têm um BIM Mandate porque pode demonstrar que está compatível com as exigências e especificidades do mercado construtivo. Neste BIM Mandate estarão destacados detalhes das variadas etapas dentro do ciclo de vida do projeto BIM. Veja as informações que deverão constar no documento e serão disponibilizadas à equipe: Definição dos usos do modelo BIM e diretrizes de Modelagem; Definições de Projeto; Padronização de nomenclaturas de: materiais, bibliotecas, arquivos, etc; LOD (Nível de Desenvolvimento do modelo em cada etapa de entrega); LOI (Nível de Informação); Planejamento (BIM 4D); Orçamentação (BIM 5D); Coordenação de Projetos; Diretrizes de interoperabilidade; Entregáveis BIM; Utilização vinculada à EAP. Conclusão O BIM Mandate é recomendado para a fase anterior ao início do projeto porque certamente servirá para garantir muito mais estrutura aos dados e processos necessários. Dessa forma, tanto o planejamento quanto desenvolvimento do projeto tendem a ser muito mais organizados e eficientes. Vale a pena produzir o documento.

BIM Mandate: entenda o que é

O BIM Mandate pode ter duas interpretações: o documento (Manual do BIM) que detalha aspectos de modelagem ou mandato BIM, que é um padrão que

O uso do BIM no Brasil vem caminhando para proporcionar uma indústria construtiva cada vez mais organizada, eficiente, sustentável do ponto de vista ambiental e financeiro e com mais eficiência. Essa história começou no início dos anos 2000, ainda sem definições de regras ou padronizações para o setor, porém, os exemplos internacionais mostraram que o uso da metodologia e tecnologia BIM no Brasil era possível, necessitando de mais apoio governamental e uma mudança de mindset do setor. Ainda há certos entraves para estabelecer completamente a mudança de mentalidade, mas o decreto que estabelece o uso do BIM pelas entidades da administração pública federal, no âmbito da Estratégia Nacional de Disseminação do Building Information Modeling- Estratégia BIM BR, que entrou em vigor em janeiro deste ano promete acelerar mais o processo da implantação do BIM no Brasil. Leia mais neste post para conhecer um pouco mais dessa trajetória. O que é BIM? Para entender o que é BIM é preciso entender que foi a partir do desenvolvimento dos softwares que permitiram a elaboração de desenhos e projetos com os computadores em 1980, com a tecnologia CAD (Computer Aided Design), que começaram a nascer os softwares de representação gráfica tridimensional, que mais tarde construíram as bases da metodologia BIM. Desde a década de 1970 que o professor Chuck Eastman, do Instituto de Tecnologia da Georgia (EUA) e diretor do Digital Building Laboratory, descreveu um sistema de modelagem de sólidos em 3D CAD, com a denominação Building Description System (Sistema de Descrição da Construção). Podemos definir BIM como uma metodologia de trabalho colaborativa baseada em um modelo único tridimensional, carregado com informações que servirão a todas as etapas do ciclo de vida de um projeto construtivo. Essa plataforma, amparada em 3 pilares (pessoas, processos e tecnologia), fornece aos profissionais da arquitetura, engenharia e construção, informações precisas e ferramentas para planejar, projetar, construir e gerenciar com mais eficiência a edificação desde os mais simples aos mais complexos prédios residenciais, comerciais, instalações e obras de infraestrutura. No mundo, o BIM começou a ganhar força a partir dos anos 2000, quando muitos países passaram a adotar a metodologia evoluindo gradativamente os níveis de maturidade do BIM. Em vários desses países já existem BIM Mandate, que é um padrão que estabelece políticas de implementação da metodologia na iniciativa pública. Ao tratar esses níveis de maturidade do BIM, que vão do 1 ao 3, muitos países já aplicam esses níveis em seus regulamentos baseados nos tipos de projetos. Por exemplo, nos projetos do governo, podem exigir em seus regulamentos que o BIM já esteja no nível 2, que é a fase onde o nível de colaboração é maior, com processos de trocas de informações entre as disciplinas envolvidas. O Reino Unido é hoje o líder global de uso da metodologia na indústria construtiva, mas muitos países já seguem também em busca desse título. BIM Brasil: trajetória no país O principal motivo de adesão de muitos países ao BIM são os recursos que permitem resolver os grandes desafios das áreas de arquitetura, engenharia e construção, como problemas de comunicação, gestão e coordenação ineficientes, ineficácia no planejamento, problemas na compatibilização de projetos, etc. O BIM Brasil também caminha para uma regulamentação no setor e já tem o seu BIM Mandate Brasil, que é a Estratégia BIM BR, lançada pelo decreto 10.306, de abril de 2020. O decreto Decreto Bim Brasil estabelece a utilização do Building Information Modeling na execução direta ou indireta de obras e serviços de engenharia realizada pelos órgãos e pelas entidades da administração pública federal, no âmbito da Estratégia Nacional de Disseminação do Building Information Modeling- Estratégia BIM BR, instituída pelo Decreto nº 9.983, de 22 de agosto de 2019. Em princípio, o decreto atinge especificamente os Ministérios da Infraestrutura e da Defesa, porém, também abre a perspectiva de outros órgãos públicos utilizarem a metodologia em suas novas obras ou reformas. Uma das grandes motivações para o estímulo do uso do BIM por meio da Estratégia BIM BR é promover mais transparência no setor construtivo no que se refere às obras públicas, contratadas por meio de licitação e que já foram alvo de inúmeras denúncias de ineficiência de gestão, superfaturamento e favorecimento. Mas a história do uso da metodologia no país também no início dos anos 2000, de forma ainda incipiente, especialmente após a iniciativa de alguns órgãos governamentais começarem a atuar com a metodologia. A partir dessas iniciativas iniciais, foram sendo criados diversos fóruns de discussão, relatórios, eventos, elaboração de manuais para debater o uso do BIM no Brasil e até uma iniciativa que inspirou uma padronização nos processos licitatórios públicos com o BIM, que foi o Caderno de Santa Catarina, em 2013. Um pouco mais sobre a Estratégia BIM BR A Estratégia Nacional de Disseminação do BIM, criada pelo decreto 9.377, de maio de 2018, extinguiu o decreto de 5 de junho de 2017. Em 2019, esse decreto sofreu alteração, e foi sancionado o decreto 9.983, de 22 de agosto de 2019, para dispor sobre a Estratégia Nacional de Disseminação do Building Information Modeling e instituir o Comitê Gestor da Estratégia do Building Information Modeling. O objetivo dos decretos foi criar políticas públicas visando a mudança do atual modelo de construção para a plataforma BIM. A finalidade da Estratégia BIM é promover um ambiente adequado para uso do BIM no Brasil em um período de 10 anos. As ações incluem: Difusão do BIM e seus benefícios; Coordenar a estruturação do setor público para a adoção do BIM; Criar condições favoráveis para o investimento, público e privado, em BIM; Estimular a capacitação em BIM; Propor atos normativos que estabeleçam parâmetros para as compras e as contratações públicas com uso do BIM; Desenvolver normas técnicas, guias e protocolos específicos para adoção do BIM; Desenvolver a Plataforma e a Biblioteca Nacional BIM; Estimular o desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias relacionadas ao BIM; Incentivar a concorrência no mercado por meio de padrões neutros de interoperabilidade BIM. Já neste decreto, o uso do BIM seria implementado gradualmente em 3 fases: janeiro de 2021, janeiro de 2024 e janeiro de 2028. Iniciativas após a Estratégia BIM No final de 2017, a ABDI e o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços lançaram uma Coletânea BIM para orientar o planejamento, projeto, contratação, fiscalização e aceite de obras públicas ou privadas com o BIM. São seis volumes (Fundamentos BIM, Implementação BIM, Colaboração e Integração BIM, Fluxos de Trabalho BIM, Formas de Contratação BIM, 10 Motivos para Evoluir para o BIM), que nasceram com o objetivo de serem ponto de referência para capacitação e qualificação técnica na metodologia. A partir da Estratégia BIM BR, que tem entre suas ações a difusão da plataforma BIM no Brasil, já surgiram diversas iniciativas, como a criação da Câmara Brasileira do BIM, em 2018, que nasceu para discutir as políticas públicas de implementação e disseminação do BIM em cada Estado e no Brasil como um todo. São comitês que abordam temas como softwares, contratos, licitações, processos, formação acadêmica, etc Em 2019, também foi criada a frente parlamentar do BIM por meio do requerimento nº 2742/2019, em 21 de outubro de 2019, para lutar para que a metodologia se torne obrigatório em todos os órgãos do governo. Foi essa Frente que ajudou o Congresso e o Senado a entenderem sobre a necessidade de mudança na Lei 8.666/93, que praticamente não permitia inovações tecnológicas em projeto de arquitetura e engenharia, engessando prazos, controle de custos, melhoria de condições de trabalho e flexibilidade de adaptações para projetos mais inovadores. Em 1o de abril de 2021 foi publicada a Nova Lei de Licitações (14.133/21) para substituir a 8666, ficou determinado o uso preferencial do BIM para projetos em obras públicas. Em 2019, outra iniciativa importante foi a criação da Plataforma BIM BR, uma ação conjunta entre o então Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A Plataforma BIM Brasil traz um conteúdo dinâmico sobre a Modelagem da Informação da Construção e uma Biblioteca BIM, com upload de objetos e componentes BIM, que seguem o estabelecido em um regulamento técnico. A biblioteca BIM Brasil é considerada a maior biblioteca pública da metodologia no mundo. Esse portal BIM Brasil também está aberto para o cadastro de profissionais que são experts na metodologia. BIM Brasil: órgãos públicos e privados Entre os órgãos públicos que utilizaram o BIM em seus processos construtivos estão o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e o PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat), vinculado ao Ministério das Cidades, com o Programa Minha Casa Minha Vida, que foi substituído pelo programa Casa Verde e Amarela. Outros grandes contratantes de obras de infraestrutura também passaram a exigir uso da metodologia BIM, como a Petrobras, que foi uma das primeiras grandes empresas governamentais a usar a metodologia 3D inteligente em suas obras, com os primeiros experimentos com o uso da metodologia no Campo de Marlim, em 1989, em Santos. Mas em 2017, por exemplo, a nova geração de plataformas pré-sal foi inteiramente desenvolvida dentro da metodologia BIM. Outros órgãos a utilizar o BIM em suas obras foram o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e Cedurp (Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro). Em relação a outros órgãos importantes que já investiram em projetos desenvolvidos com o BIM está o Projeto Sirius, que é um acelerador de partículas considerado a maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no país. O Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, também utilizou o BIM em sua edificação, que vai abrigar a Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein e os pesquisadores da instituição. O SENAI já tem realizado o projeto e execução de suas escolas profissionalizantes totalmente com a metodologia BIM. BIM no Brasil na pandemia Devido à urgência para construção de hospitais de campanha durante a pandemia, em abril de 2020, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) também apresentou uma proposta ao governo para execução de obras mais rápidas com o BIM para ampliar a capacidade de atendimento. Neste aspecto, o BIM também é a metodologia mais indicada porque permite uma construção mais rápida e eficiente. Tendo em vista essa urgência, umas das obras construídas com o BIM foi o hospital do M’boi Mirim, em São Paulo, com cem leitos. Entre os modelos de hospitais de campanhas também estão os do projeto CURA Pods (Connected Units for Respiratory Ailments), que é uma iniciativa internacional que propõe reutilizar containers para criar unidades compactas de terapia intensiva, que servem para apoiar hospitais e comunidades. Com o BIM, é possível modelar o módulo de base de forma rápida, permitindo ter instalações completas. Cursos de BIM Para democratizar o uso da metodologia BIM no país, a ABDI também lançou em outubro de 2020 um curso gratuito e online sobre o BIM. Dividido em 2 módulos, o curso destinou-se aos profissionais dos setores de Engenharia, Arquitetura e Construção (AEC). Outra iniciativa importante no Brasil para ajudar na implantação de um sistema BIM no Brasil é o programa de capacitação na metodologia oferecido de forma gratuita em diversas unidades do Senai. Há opções como o curso introdutório “Desvendando o BIM”, mas há também opções de cursos mais específicos e já voltados para arquitetos, engenheiros e estudantes como o curso “Projeto de hidráulica com as bibliotecas BIM Amanco Wavin”, desenvolvido em parceria com a Amanco Wavin para os profissionais que estejam buscando soluções para projetos hidrossanitários. Neste ano, o Senai do Paraná lançou um programa de residência em BIM para construtoras, incorporadoras e escritórios de projetos de arquitetura e engenharia. O Grupo AJ BIM também oferece uma pós-graduação BIM e realiza diversos cursos técnicos para amparar o trabalho na metodologia. Conclusão A eficiência que o BIM traz aos processos construtivos está se apresentando cada vez com mais força na área pública e privada no Brasil. O interesse no conhecimento sobre a metodologia e a qualificação de profissionais vem aumentando, o que é imprescindível para o setor. Mas o fórum BIM Brasil ainda precisa ser ampliado. O certo é que essa precisa ser uma importante página da história do Brasil, que não pode ficar de fora dessa onda de modernização que vem transformando a indústria construtiva do mundo inteiro.

A História do BIM no Brasil

O uso do BIM no Brasil vem caminhando para proporcionar uma indústria construtiva cada vez mais organizada, eficiente, sustentável do ponto de vista ambiental e